Coruripe trabalha para reduzir para 12% o índice de utilização de uma mesma variedade

A aquisição de conhecimento, a dedicação ao trabalho no dia a dia e o apego ao planejamento agrícola são alguns fatores responsáveis pela trajetória de sucesso de Vivian Oliveira Cunha, coordenadora de Planejamento e Desenvolvimento Agrícola do Polo Minas Gerais da Usina Coruripe (unidades Carneirinho, Limeira D’Oeste, Iturama e Campo Florido).

A “paixão” por variedades tem sido notadamente um diferencial que se tornou determinante para garantir um lugar de destaque no setor à coordenadora da Coruripe. “Sou bastante consultada sobre o assunto”, diz.

Na Coruripe, quando o assunto é variedades, entre outras atribuições, ela tem a responsabilidade de adotar medidas para reduzir para 12% o índice de utilização de um mesmo material. Isto deverá abranger brevemente todas as variedades alocadas inclusive a RB 867515.

 “O canavial é o maior patrimônio da usina. Se uma variedade tiver algum problema, poderá comprometer os resultados da usina caso represente 30% ou 40% do censo varietal de uma determinada unidade produtora”, exemplifica.

Formada como engenheira agrônoma pelas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), Vivian Cunha sempre trabalhou no setor sucroenergético. Em 2007, quando concluiu a graduação, ela iniciou a sua carreira na Usina Santo Ângelo, onde exerceu o cargo de supervisora de planejamento. Atualmente está terminando a MBA pela Fundação Getúlio Vargas em Gestão Estratégica de Agronegócio.

Vivian Cunha teve uma passagem no Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), onde trabalhou na área comercial, atendendo usinas de Minas Gerais, uma unidade sucroenergética no Tocantins – a única no estado – e também a Coruripe, em Alagoas. Em junho de 2015, ela deixou o CTC, onde ficou quase um ano, e começou a trabalhar no Polo de Minas Gerais da Coruripe, onde está há aproximadamente três anos.

Fonte: CanaOnline – 03/04/2018

 

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